Tipo de pele: mista, oleosa, seca ou normal?

Para saber como identificar cada um, separei um infográfico com os “sintomas” mais típicos de cada tipo de pele. Confira as ilustrações e identifique o seu!

Você sabe qual é o seu tipo de pele? Seja ela mista, normal, oleosa ou seca, as suas características são bem específicas: ela pode ter oleosidade a mais na zona “T”, uma textura suave e regular, espinhas e cravos constantes ou uma sensação áspera e tendência ao aparecimento de rugas.

Tipos de pele
Foto/Divulgação: DermaClub

1. Pele normal

A pele considerada normal é a mais parecida com a pele das crianças e é popularmente chamada de “pele de pêssego” ou “pele de bebê”. Ela tem os níveis de água e óleo bem equilibrados e, por isso, raramente fica oleosa ou ressecada. A sua textura é macia, tem bastante viço e os poros aparentam estar “fechados”. Em outras palavras, sonho de consumo ter a pele assim, né?

Pele normal tem:

  • Poros finos
  • Boa circulação sanguínea
  • Textura aveludada, suave e lisa
  • Transparência  e frescor uniforme, cor rosada
  • Sem manchas.

À medida que a pessoa com pele normal envelhece, sua pele pode ressecar. 

2. Pele oleosa

Muito comum em solo brasileiro, a pele oleosa tem uma produção de sebo muito acentuada e, por isso, está sempre com um brilho intenso e sensação pegajosa. Os poros aparentam estar “abertos” e com tamanho irregular. Geralmente, este tipo de pele necessita de uma limpeza mais profunda no dia a dia. Por fim, ao contrário do que muitas pessoas pensam, pele oleosa precisa SIM ser hidratada diariamente (com os produtos corretos, claro).

A pele oleosa é caracterizada por:

  • Poros visíveis e aumentados
  • Brilho excessivo
  • Pele grossa e pálida: vasos sanguíneos podem não ser visíveis

A pele oleosa está propensa a cravos (negros e brancos) e diversas formas de acne.

3. Pele seca

A pele seca costuma apresentar uma textura mais áspera e tem muita tendência à descamação. Geralmente, ela tem mais propensão à sensibilidade: fica irritada, vermelha e com coceira muito facilmente. Acima de tudo, isso se deve à deficiência de sebo e de água – precisa de muita hidratação para manter a integridade da barreira de proteção.

Pele seca:
A pele levemente seca apresenta sensação de rigidez, sensibilidade, aspereza e com tonalidade mais opaca.

Pele muito seca:
A falta de tratamento pode levar a:

  • Leve descamação ou áreas escamosas 
  • Aspecto áspero e manchado
  • Sensação de rigidez 
  • Possibilidade de coceira.

Além disso, é também mais sensível a irritação, vermelhidão e o risco de infecções.

Pele extremamente seca:
Certas áreas do corpo, particularmente mãos, pés, cotovelos e joelhos, estão propensos a:

  • Aspereza
  • Rachaduras com tendência a formar frestas
  • Calos
  • Descamação
  • Coceira frequente.

4. Pele mista

A mais comum de todas é a pele mista: ela apresenta sinais da pele seca na região das bochechas, ao redor da boca e olhos e, na zona “T” (testa, nariz e queixo), é oleosa. A rotina de cuidados precisa ser específica para as necessidades da pele seca e oleosa. Assim, cravos e espinhas são frequentes neste tipo de pele e a textura é irregular.

A pele mista é caracterizada por:

  • Uma zona chamada de T com característica oleosa (testa, queixo e nariz)
  • Poros ampliados nesta área talvez com algumas lesões de acne não-inflamatórias (cravos)
  • Pele normal a seca nas bochechas.

Por exemplo, ao contrário do tipo de pele, o estado da pele pode variar muito durante o curso da vida. Dentre os numerosos fatores internos e externos que determinam o estado da pele estão: o clima e poluição, medicamentos, estresse, fatores hereditários que influem sobre os níveis de sebo, suor e fatores de hidratação naturais que a pele produz, assim como os produtos que usamos e as opções de cuidado da pele que fazemos.

Os produtos para o cuidado da pele devem ser escolhidos para que se adaptem ao tipo de pele e tratem a condição da pele. Procure um dermatologista antes de sair testando os produtos da internet, hein? Aproveite a quarentena para se cuidar com responsabilidade!

Até o próximo post,

Renata Castanheira.

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